Pesquise aqui

 

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Técnica de interpretação de texto


Ambiguidades - a importância da identificação do fator desencadeador do humor na interpretação de texto. 
Uma das formas de aprender interpretação de texto que utilizei antes da minha primeira aprovação foi a de ler textos com ambiguidade ou polissemia. 
Geralmente, isso é mais comum em textos com humor. Assim, a técnica de interpretação era a seguinte: eu escolhia um texto com tom humorístico (piada, charge, cartum, etc) e o lia até compreender perfeitamente. Às vezes, nesse processo, é necessário ler muito mais que três vezes, já que alguns alunos podem ainda não possuir maturidade de leitura. 
Depois, o próximo passo era escrever a resposta à seguinte pergunta: qual é o desencadeador do humor nesse texto? 
Ou seja, eu procurava saber o motivo do riso. O que desencadeava o humor no texto. 
O fator desencadeador do humor é primordial para compreender o texto. Afinal, se lermos e não entendermos, não riremos da piada! 
Vejam que, nessa técnica, o importante não é apenas ler, mas explicar com as próprias palavras. 
Ao escrever a resposta, eu conseguia organizar as ideias de forma a ter consciência de todo o processo que fiz para interpretar. 
Ficavam claros, em minha mente, os motivos que me fizeram rir do texto; e isso criava um insight significativo para desenvolver a leitura mais rapidamente e levar menos tempo na interpretação dos próximos textos. 
O resultado foi a aprovação em vestibular, gabaritado a prova de Língua Portuguesa. 

Espero que curtam (e apliquem) a dica! 





Texto: Juliana B. 


*Prof.ª Mestra em Literatura Brasileira pela UNIMONTES Juliana Barreto metodoeuteaprovo@gmail.com

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

PREDICATIVO como VERBO e como ADJETIVO


Outro artigo interessante que faz a distinção entre PREDICATIVO como VERBO e como ADJETIVO


Como saber se um particípio passado (por exemplo, abertoperdido, viajado) tem valor de verbo ou de adjectivo? Em princípio, há dois critérios:
— se o particípio passado estiver associado aos auxiliares ter (para os tempos compostos) e ser (para a voz passiva), é porque faz parte de uma locução verbal, ou seja, é um dos elementos constitutivos de uma forma verbal:
(i) «Já foi aberta a sessão.»
(ii) «Tenho perdido muito tempo.»
(iii) «Temos viajado muito.» 

TEMPO COMPOSTO e LOCUÇÃO VERBAL



Outro artigo interessante sobre a diferença entre: TEMPO COMPOSTO e LOCUÇÃO VERBAL:

Ao reproduzir, cite a fonte: https://www.estudopratico.com.br/locucao-verbal/


TEMPO COMPOSTO x LOCUÇÃO VERBAL
  • A formação dos tempos compostos
Os tempos compostos são formados por voz ativa e voz passiva: na voz ativa, os verbos “ter” ou “haver” mais o verbo principal formam os tempos verbais; na voz passiva, os tempos verbais são formados pelos verbos “ter” ou “haver” mais o verbo “ser” mais o verbo principal no particípio.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

CURSO DE CORREÇÃO DE REDAÇÃO - para alunos



CURSO DE CORREÇÃO DE REDAÇÃO - para alunos





















DESCRIÇÃO DO PRODUTO

Este Curso de Correção de Redação  pelo Método Eu Te Aprovo possui como objetivo principal propagar este inédito e eficaz método de Redação, através do qual as minhas correções auxiliam vestibulandos, especificamente aqueles que farão prova do Enem.
Nos cinco módulos de que é formado este curso, o aluno terá contato com a forma como corrijo as redações dos meus alunos, de maneira a experienciar não só apenas como cada item da grade do Enem é visto pela banca, como também como é possível escrever o mais dentro possível do esperado por ela.
O Primeiro Módulo traz a análise de uma redação sob a ótica da norma culta - Item 1 da Grade de Correção do Enem; o Segundo Módulo, de como a proposta deve ser compreendida na prova do Enem - Item 2 da Grade; o Terceiro Módulo, de ideias e argumentação - Item 3 da Grade de Correção do Enem; o Quarto Módulo traz a análise dos mecanismos linguísticos - Item 4 da Grade; e o Quinto e Último Módulo, a conclusão - Item 5 da Grade do Enem.

VANTAGENS

Hoje, uma aula particular custa em torno de R$45,00 a hora/aula; além disso, se você pensar em como o ensino tem ficado à mercê no nosso país, não são todos os cursos que trabalham de uma forma para contribuir para a sua aprovação. Ao contrário, já ouvi depoimentos de concurseiros e pré-vestibulandos, dizendo que fizeram um cursinho X, pagaram um valor absurdo e, ainda assim, tinham a sensação de que não estavam aprendendo a escrever uma redação do jeito que deve ser. 
Com o tempo, vocês vão percebendo que nem todo mundo está querendo, de fato, a sua aprovação; e que, se vocês não procurarem um método eficaz de aprender, ficarão sob as garras de um sistema controlador e manipulador, que só pensa em lucro.
O Método Eu Te Aprovo é simples e fácil; e, através deste curso especificamente, você conhecerá como corrijo as redações dos meus alunos e, finalmente, saberá como ser nota mil.

Método Eu Te Aprovo

metodoeuteaprovo@gmail.com
Juliana Barreto é Mestra em Letras e está, atualmente, desenvolvendo e aperfeiçoando o Método Eu Te Aprovo, através do qual são facilitadas as didáticas de aprendizagem de Língua Portuguesa, para vestibulando e concurseiros.

link para adquirir: https://go.hotmart.com/B5960281G


*Prof.ª Mestra em Literatura Brasileira pela UNIMONTES Juliana Barreto juportugale@hotmail.com

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Uso do Pronome Demonstrativo: Exemplos da Função Contextual

Uso do Pronome Demonstrativo: Exemplos da Função Contextual
Por: Juliana Barreto*


Olá, pessoal! Que bom que estão aqui visitando esta página!

As dicas abaixo dizem respeito a uma das três funções de uso do Pronome Demonstrativo. Lembram dele? Este.. esse... aquele...
Pois bem! Há três funções através das quais o Pronome Demonstrativo se manifesta numa frase: espacial, temporal e contextual. Esta última se dá, principalmente, de duas formas específicas. É com esse objetivo que as dicas se fazem abaixo. Bons estudos!