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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Curiosidades da Língua Portuguesa – I

PLANTÃO DO VESTIBULANDO
Uma maneira simples de aprender a como chegar lá...

Curiosidades da Língua Portuguesa – I

            Olá, pessoal. Selecionei algumas curiosidades sobre nossa língua. Divirtam-se!

- A MATANÇA GRAMATICAL: Tudo é matança, mas há algumas diferenças: o filho que mata o pai comete um parricídio. O filho que mata a mãe comete um matricídio. Os pais que matam o filho cometem um filicídio. A mulher que mata o marido comete um mariticídio. E o marido que mata a esposa comete (que horrível) um uxoricídio.

- APERTEM OS CINTOS! Para cada realidade concreta existe uma palavra adequada. Quando um avião desce no aeroporto, aterrissa ou aterriza. Quando o hidroavião pousa no mar, amerissa. E quando uma nave pousa na lua, alunissa ou aluniza.

- FRANCESISMOS? MERCI BEAUCOUP! É bom saber que algumas palavras do nosso vocabulário vieram do francês e, embora possamos usá-las tranquilamente, possuem correspondentes exatos no português. Para “ateliê” temos “oficina”; para “complô” temos “conspiração”; para “menu” temos cardápio; e para “omelete” temos fritada de ovos.

- PONTUALIDADE BRASILEIRA: A distinção entre hora e horário é delicada, mas real. Hora pode ser definida como a 24ª parte de um dia inteiro ou como um período de 60 minutos. Já horário (tanto substantivo como adjetivo) refere-se a um período com mais de 1 hora: horário do ônibus, horário nobre, fuso horário, carga horária. Mais uma curiosidade: calendário é o período de dias, palavra proveniente de calendas que, em latim, era o primeiro dia do mês.

- FALOU E DISSE! Falar e dizer não são sinônimos. Quem fala, fala bem, fala muito, fala com alguém, fala diante dos outros. Já quem diz, diz a verdade, diz o que pensa, diz besteira, diz o que não deve. Falar tem a ver com o ato da fala. Dizer tem a ver com o conteúdo expresso por aquele que fala. Falou?

- A CURA PELA GRAMÁTICA: Existe uma doença que admite os quatro usos que médicos e pacientes fazem dela: a diabete, a diabetes, o diabete e o diabetes. Por outro lado, no caso da palavra terminada em s, o adjetivo que lhe segue fica no singular: diabetes insípido, diabetes sacarino ou diabetes sacarina.

- O OUVIDO DÓI... A prosódia indica-nos a maneira certa de pronunciar as palavras, levando em conta a sua tonicidade, conhecimento que ajuda a grafá-las corretamente. Rubrica fala-se rubrica, com o i tônico, mas não acentuado. Ruim é ruim, com i tônico, mas não acentuado. E pudico fala-se pudico, com i tônico, o qual também não é acentuado. (fonte: internet)

É isso aí. Até a próxima...

Funções do “SE”


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Uma maneira simples de aprender a como chegar lá...

Funções do “SE”

Olá, pessoal. Agradeço de coração pelos e-mails recebidos e respondo que é com imenso carinho que escrevo semanalmente estas dicas a vocês, amigos leitores. Desculpo-me pelo intervalo da semana anterior, mas, estou de volta, explorando ainda mais os vastos recursos da Nossa Língua Portuguesa. Vamos lá?
Todos nós utilizamos o termo SE. Mas, o que pouco se sabe é que esta palavra se classifica de modos diferentes. Vejamos:

PPRONOME APASSIVADOR (ou partícula apassivadora)
Indica que o sujeito é paciente, isto é, que ele recebe a ação verbal.  Aparece sempre junto a verbos que admitem a transformação para a voz passiva analítica. Ex: Vendem-se flores (flores: suj. paciente; Flores são vendidas – passiva analítica).
ÍNDICE DE INDETERMINAÇÃO DO SUJEITO – Aparece com verbos na 3ª pessoa do singular em frases que não admitem a transformação para a voz passiva analítica. Ex: Não se confiava nas propostas. (suj. indeterminado). Era-se mais feliz ali. (suj. indeterminado).
PRONOME REFLEXIVO – Indica que o sujeito pratica e recebe a ação verbal, ou seja, a ação se reflete no próprio sujeito. Na prática, pode ser substituído por expressões do tipo: a si mesmo, a si próprio. Ex: José se olhou no espelho. (se = a sim mesmo). O técnico e os jogadores se abraçaram felizes. (se = uns aos outros). Neste último caso, observem que a ideia é de reciprocidade.
PARTE INTEGRANTE DO VERBO – Aparece junto a verbos pronominais, isto é, verbos que sempre são conjugados com pronomes oblíquos.  Os verbos pronominais mais comuns são: arrepender-se, orgulhar-se, suicidar-se, esquecer-se, lembrar-se e queixar-se. Ex: Eles jamais se arrependem do que fazem.  Você se esqueceu de que ela ainda vive aqui?
PARTÍCULA EXPLETIVA (ou de realce) – É usada apenas para reforçar a ideia contida no verbo, sendo, por isso, dispensável na frase. Aparece, em geral, juntos aos verbos ir (ir-se), sorrir (sorrir-se) e morrer (morrer-se). Ex: As nossas esperanças se foram para sempre.
CONJUNÇÃO SUBORDINATIVA INTEGRANTE – Inicia oração subordinada substantiva. Ex: Ninguém sabe / se realmente ele voltará hoje. (oração subordinada substantiva objetiva direta).
CONJUNÇÃO SUBORDINATIVA CONDICIONAL – Inicia oração subordinativa adverbial condicional. Ex: Tudo estaria perdido / se ele revelasse a verdade. (Oração subordinada adverbial condicional).

            É isso aí, amigos. Até a próxima!

Concordância com o infinitivo


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Concordância com o infinitivo

            Olá, pessoal! Iniciando mais um semestre e contando quatro velinhas de aniversário da coluna Plantão do Vestibulando, venho agradecer a vocês, amigos leitores, por me acompanhar ao longo desse período, e ao Jornal A Semana, pela oportunidade de continuar trazendo à população norte - mineira dicas da nossa Língua Portuguesa. É com imenso prazer que atendo ao pedido de alguns amigos internautas, comentando um pouco mais sobre concordância, porém, desta vez, restringindo ao uso do Infinitivo. Vamos lá?
            Primeiramente, vamos relembrar! Infinitivo é o verbo terminado em AR, ER, IR.
Concordância com o Infinitivo:
a- Infinitivo pessoal e sujeito expresso na oração: 
- não se flexiona o infinitivo se o sujeito for representado por pronome pessoal oblíquo átono. Ex.: Esperei-as chegar.
- é facultativa a flexão do infinitivo se o sujeito não for representado por pronome átono e se o verbo da oração determinada pelo infinitivo for causativo (mandar, deixar, fazer) ou sensitivo (ver, ouvir, sentir e sinônimos). Ex.: Mandei sair os alunos./Mandei saírem os alunos.
- flexiona-se obrigatoriamente o infinitivo se o sujeito for diferente de pronome átono e determinante de verbo não causativo nem sensitivo. Ex.: Esperei saírem todos.
b- Infinitivo pessoal e sujeito oculto:
- não se flexiona o infinitivo precedido de preposição com valor de gerúndio. Ex.: Passamos horas a comentar o filme. (comentando)
- é facultativa a flexão do infinitivo quando seu sujeito for idêntico ao da oração principal. Ex.: Antes de (tu) responder, (tu) lerás o texto./Antes de (tu) responderes, (tu) lerás o texto.
- é facultativa a flexão do infinitivo que tem seu sujeito diferente do sujeito da oração principal e está indicado por algum termo do contexto. Ex.: Ele nos deu o direito de contestar./Ele nos deu o direito de contestarmos.
- é obrigatória a flexão do infinitivo que tem seu sujeito diferente do sujeito da oração principal e não está indicado por nenhum termo no contexto. Ex.: Não sei como saiu sem notarem o fato.
c- Quando o infinitivo pessoal está em uma locução verbal:
- não se flexiona o infinitivo sendo este o verbo principal da locução verbal quando, devido à ordem dos termos da oração, sua ligação com o verbo auxiliar for nítida. Ex.: Acabamos de fazer os exercícios.
- é facultativa a flexão do infinitivo sendo este o verbo principal da locução verbal, quando o verbo auxiliar estiver afastado ou oculto. Ex.: Não devemos, depois de tantas provas de honestidade, duvidar e reclamar dela./ Não devemos, depois de tantas provas de honestidade, duvidarmos e reclamarmos dela.

            É isso aí, pessoal. São muitos detalhes. Agora é só estudar. Até mais!

domingo, 8 de agosto de 2010

Na informática, nada se perde, nada se cria, tudo se copia…

PLANTÃO DO VESTIBULANDO

Uma maneira simples de aprender a como chegar lá..

Na informática, nada se perde, nada se cria, tudo se copia…

Olá, pessoal. A fim de iniciarmos mais um semestre de estudo e aprendizagem na nossa língua portuguesa, resolvi relembrar com vocês as recriações feitas por internautas dos famosos provérbios populares. Vamos lá?

A pressa é inimiga da conexão.

Amigos, amigos, senhas à parte.

Antes só do que em chats aborrecidos.

A arquivo dado não se olha o formato.

Clicar e teclar, é só começar!

Dedo mole em tecla dura, tanto bate até que acostuma!

Devagar se vai a modem!

Diga-me que comunidade do Orkut frequentas e te direi quem és!

Em briga de namorados virtuais, não se mete o mouse!

Em casa de programador, o espeto é de fibra óptica!

Em terra off-line quem tem um 486 é rei.

Hacker que ladra, não morde!

Há dois tipos de pessoas na informática. Os que perderam o HD e os que ainda vão perder…

Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.

Melhor prevenir do que formatar.

Mouse sujo se limpa em casa!

Não adianta chorar sobre arquivo deletado.

Não há nada como um clique após o outro!

O barato sai caro. E lento.

Para bom provedor uma senha basta.

Quando a esmola é demais… tem vírus anexado.

Quando um não quer, dois não teclam!

Quem ama um 486, Pentium 4 lhe parece!

Quem com vírus infecta, com vírus será infectado!

Quem envia o que quer, recebe o que não quer.

Quem é vivo sempre fica on-line!

Quem não tem banda larga caça com conexão discada.

Quem nunca errou que aperte a primeira tecla.

Quem semeia e-mails colhe spams.

Se Maomé não vai até a montanha, ela envia um e-mail...

Tendinite pouca é bobagem!

Um é pouco, dois é bom, três é chat!

Uma impressora disse para a copiadora: Essa folha é sua ou é impressão minha?

Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.

É isso aí. Na próxima, retornaremos aos estudos específicos de língua portuguesa. Até lá.

JULIANA BARRETO – PROFª DE LÍNGUA PORTUGUESA – Matéria publicada pelo Jornal A Semana, de Pirapora/MG, em 06/08/2010.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

ENEM 2010

No ano passado, houve vazamento de provas... desta vez, vazaram informações reservadas de candidatos... o que acontecerá na próxima????

O G1 fala sobre o ocorrido.. acessem!

http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2010/08/vazamento-de-dados-de-estudantes-do-enem-sera-apurado-diz-inep.html


bjs